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Amnistia Internacional defende direitos LGBTI na Rússia

Amnistia Internacional defende direitos LGBTI na Rússia
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Vladimir Putin vai receber uma petição assinada por 275 mil pessoas a pedir que intervenha contra a perseguição sentida pela comunidade LGBTI na Tchechénia.

Reino Unido, Holanda e Noruega lideram a participação na iniciativa.

A Amnistia Internacional exige agora que se investigue a violação de direitos humanos na região.

Natalia Zviagina, dirige a delegação de Moscovo da Amnistia Internacional e conta que “esta situação foi revelada por russos LGBTI que conhecem cerca de uma centena de casos de pressão sobre pessoas na República da Tchetchénia. A Amnistia Internacional juntou-se a este caso em dezembro de 2018, quando se tornou evidente que os ataques do ano anterior, não foram devidamente investigados. A falta de ação levou a um aumento de vítimas e ao aparecimento de novas informações".

As primeiras denúnicas de perseguição à comunidade homossexual na Tchetchénia surgiram em 2017.

Entre as queixas constam uma onda de detenções ilegais, dois assassinatos e tortura de dezenas de pessoas.

Números que chegam com pouca exatidão, uma vez que as autoridades locais negam os atos e até a existência de uma população homossexual, recusando-se a dar início a uma investigação.

De acordo com a lei russa, o presidente tem de responder em 30 dias.