Euronews is no longer accessible on Internet Explorer. This browser is not updated by Microsoft and does not support the last technical evolutions. We encourage you to use another browser, such as Edge, Safari, Google Chrome or Mozilla Firefox.

Última hora

Última hora

Sobrelotação do Evereste aumenta riscos para alpinistas

Sobrelotação do Evereste aumenta riscos para alpinistas
Tamanho do texto Aa Aa

A temporada de subida ao Monte Evereste, que começou em abril e se prolonga por todo o mês de maio, resultou já na morte de 10 pessoas em apenas duas semanas.

O período é considerado o mais vantajoso para a escalada, devido às condições climatéricas menos adversas. No entanto, as imagens que mostraram uma enorme fila de alpinistas a tentar chegar ao topo levaram vários analistas a denunciar a "sobrelotação" na montanha mais alta do mundo.

Apesar das condições atmosféricas mais propícias, os alpinisitas acabam com este engarrafamento por ficarem sujeitos a baixos níveis de oxigénio durante longas horas.

"Há tantas pessoas que querem fazer isto, que querem treinar, que penso que deveria haver um limite para o número de pessoas que sobem todos os dias. Há um abastecimento limitado de oxigénio e se você está cansado, você está cansado. Pode chegar ao topo, mas depois é preciso descer e esse é o problema", afirma uma alpinista proveniente da África do Sul.

Até à última semana, quase 600 pessoas tinham alcançado o topo do Evereste, o que gerou críticas às autoridades do Nepal.

Em causa estará uma emissão excessiva de permissões de escalada. Com efeito, cada titular de uma autorização leva consigo um guia, o que dobra imediatamente o número de pessoas no terreno.