Euronews is no longer accessible on Internet Explorer. This browser is not updated by Microsoft and does not support the last technical evolutions. We encourage you to use another browser, such as Edge, Safari, Google Chrome or Mozilla Firefox.

Última hora

Última hora

Veteranos voltam às praias da Normandia

Veteranos voltam às praias da Normandia
Tamanho do texto Aa Aa

O dia nasceu assim nas praias da Normandia, 75 anos depois do desembarque dos aliados.

Uma nova ocasião para os veteranos voltarem aos locais onde a sua ação foi decisiva para a História da Europa e do Mundo.

As marcas estão por todo o lado.

A pedra, claro, agora é muito importante para mim, porque tem o nome dos meus homens. E durante anos, quando eu vinha cá, não tinha nomes de homens para ver numa placa nem qualquer outra coisa. Era como se eles tivessem ido para muito, muito longe e que eu os tivesse perdido e não soubesse onde eles estavam nem o que tinham feito", diz Ray Lambert, médico do exército americano, diante da rocha onde foram gravados os nomes dos soldados.

Paul Golz tinha 17 anos quando integrou o exército alemão. Na Normandia, estava encarregado de vigiar os céus à procura de aviões inimigos. Foi detido pelos americanos. Mas não lamenta:

"Quando tinha 22 anos, saí da prisão e, graças a Deus, tinha aprendido inglês na prisão americana e comecei a trabalhar para a polícia de fronteira alemã, a polícia que se vê nos aeroportos. Trabalhei lá sete ou oito anos. Tem de se aprender inglês, senhor. Tive emprego porque aprendi inglês na prisão americana".

Nas praias da Normandia tudo o que se avista agora são barcos de recreio e aviões civis. A vinda dos veteranos, vencedores ou vencidos, são ainda uma boa ocasião para ouvir os dois lados da História.