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Argentina pede ao FMI para estender prazos de pagamento

Argentina pede ao FMI para estender prazos de pagamento
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Foi uma jornada nacional de protestos contra o Governo de Mauricio Macri. A crise política e económica da Argentina tem vindo a agravar-se. O peso está em queda, a inflação é galopante e o desemprego está em alta.

O ministro das Finanças, Hernán Lacunza, anunciou que o país está a negociar com os detentores de títulos da dívida soberana e o Fundo Monetário Internacional (FMI) para estender a maturidade das suas obrigações e espera concluir as conversações a tempo do próximo mandato do Governo.

Num tom cauteloso, o FMI prometeu analisar a proposta da Argentina para ampliar os prazos de vencimento do empréstimo de 57 mil milhões de dólares concedido há um ano. Prazos que deviam começar em 2021.

Os preços dos ativos argentinos têm sido afetados desde a dura derrota do Governo nas eleições primárias de 11 de agosto. O presidente Mauricio Macri foi derrotado pelo peronista Alberto Fernandez, que é agora o favorito à vitória nas eleições de outubro.

Na quarta-feira, os sindicatos e outras organizações tomaram conta das rus de Buenos Aires para pedir "medidas urgentes contra a fome".

As manifestações de quarta-feira também podem ser interpretadas como a resposta do Kirchnerismo às grandes manifestações de sábado de apoio a Macri.