Agrava-se o balanço do furacão Dorian

Agrava-se o balanço do furacão Dorian
Direitos de autor REUTERS/Marco Bello
De  Luis GuitaRicardo Figueira, Philip Clowther
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Depois de passar pelas Carolinas do Norte e do Sul, a tempestade dirige-se para o Canadá. Nas Bahamas, fez mais de 40 vítimas.

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Aumentou o balanço mortal do Furacão Dorian, que fez já 43 vítimas nas Bahamas e continua a avançar sobre os Estados Unidos da América. Atingiu as Carolinas do Norte e do Sul. Parte da cidade histórica de Charleston ficou alagada.

Depois de chegar aos Estados Unidos e fazer estragos na costa da Carolina do Norte e nas ilhas adjacentes, a tempestade dirige-se para o Canadá e deve atingir a costa da província da Nova Escócia este sábado.

Foi declarado o estado de emergência. Escolas foram encerradas, abrigos foram abertos e a guarda nacional colocada em estado de alerta.

Nas Bahamas, o Dorian deixou um rasto de morte e destruição. As autoridades temem que o número de vítimas mortais possa vir a aumentar.

A prioridade é resgatar e dar assistência urgente aos idosos e doentes, que estão a ser transferidos para as ilhas que não foram afetadas pelo furacão, que atingiu o território com a categoria 5, a máxima da escala.

Reportagem no local

Philip Clowther, euronews

"70 mil pessoas nas ilhas de Ábaco e Grande Bahama precisam de ajuda humanitária urgente, de acordo com as Nações Unidas.

Essa ajuda parte daqui, da capital, Nassau, onde está a ser reunida. É também aqui, ao aeroporto internacional, que chegam os deslocados.

Fazer chegar ajuda até às ilhas do norte, mais isoladas, é uma tarefa difícil. Existem três maneiras de chegar lá: de barco de avião e de helicóptero, mas há apenas um porto em funcionamento onde alimentos e outros produtos podem ser deixados.

Existe apenas uma pista no aeroporto que está a receber a ajuda de uma forma muito limitada. As pessoas estão a ser retiradas de helicóptero pela Guarda Costeira dos Estados Unidos, por exemplo.

Tenho falado com muito pessoal da ajuda humanitária aqui, nas Bahamas, e há uma sensação de frustração. A comida, a água e os medicamentos, por exemplo, não estão a chegar às ilhas com a urgência necessária," conta o enviado especial da euronews à região afetada, Philip Clowther.

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