Presidente Lenín Moreno não recua na decisão e acusa a oposição de estar por trás das violentas manifestações
O Equador está a ferro e fogo mas nem por isso o Presidente da República recua na decisão de eliminar os subsídios aos combustíveis, que na prática se traduziu num aumento considerável dos preços. Esta quarta-feira, dia de greve nacional, milhares de equatorianos mostraram o seu descontentamento um pouco por todo o país e o resultado foram confrontos violentos entre os manifestantes e as forças de autoridade.
Para o presidente Lenín Moreno, os protestos não passam de uma tentativa organizada para romper a ordem democrática, acusando a oposição de ter passado alguns dias na Venezuela para preparar um plano de desestabilização. A Amnistia Internacional já veio a público exigir o fim da repressão das manifestações no país.