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Macron promete mais fundos no combate às doenças infecciosas

Macron promete mais fundos no combate às doenças infecciosas
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REUTERS/Benoit Tessier
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Terminou esta quinta-feira na cidade francesa de Lyon a sexta conferência global do Fundo Mundial contra a SIDA, Tuberculose e Malária.

Entre os presentes contou-se o bilionário norte-americano, Bill Gates, o cantor Bono e o presidente francês, Emmanuel Macron.

O objetivo é recolher fundos no valor de 14 mil milhões de dólares para o combate ao HIV, Tuberculose e malária.

O presidente francês prometeu aumentar em 15% a contribuição do seu país.

"Hoje atravessamos um momento difícil do multilateralismo, de forte crispação, são mais de 14 mil milhões de dólares que vamos angariar. Assim vamos conseguir os meios para salvar pelo menos mais 16 milhões de vidas e penso que podemos ir ainda mais além e fazer mais", disse Emmanuel Macron.

Criado em 2002 no âmbito do programa horizonte 2030, o fundo organiza de três em três anos uma conferência para recolher fundos.

O cantor e filantropo irlandês, Bono, lança várias acusações e fala em promover a união.

"Isto é um aviso aos cínicos e aos descrentes, aos novos populistas e aos velhos bandidos privilegiados. Vocês promovem o desespero, nós oferecemos esperança. Vocês semeiam divisões, nós oferecemos a força da união", disse durante o discurso.

Calcula-se que 3 milhões de pessoas morram anualmente vítimas de SIDA, tuberculose ou paludismo.

De acordo com os últimos dados da ONUSIDA, quase 38 milhões de pessoas estão infectadas com HIV a nível mundial.

As ONGs estimam que 600 mil pessoas tenham tuberculose multirresistente e, segundo a OMS, contabilizaram-se pelo menos 219 milhões de casos de paludismo em todo o mundo no ano passado.

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