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Conservadores reforçam poder

Conservadores reforçam poder
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Na Polónia, a vitória do partido conservador eurocético Lei e Justiça (PiS), nas eleições Legislativas, está garantida e prevê-se que com maioria. A formação mantêm-se no poder, para um segundo mandato mas pode perder um lugar em relação ao escrutínio anterior:

"Temos mais quatro anos de trabalho pela frente, porque a Polónia precisa de mudar ainda mais e deve mudar para melhor", afirmou Jaroslaw Kaczynski, líder do PiS.

A Coligação Cívica, liderada pela Plataforma Cívica, do antigo primeiro-ministro e atual presidente do Conselho Europeu Donald Tusk, mantém a segunda posição entre as formações mais votadas mas perde assentos parlamentares, deverá conseguir 131 contra os 150 da anterior legislatura:

"Foi um trabalho árduo, uma campanha difícil. Foram quatro anos difíceis. Não foi uma luta equilibrada, porque não havia regras. Não tivemos a sensação de estar a participar numa competição justa, ou que o nosso opositor estivesse a utilizar métodos honestos", acusa Grzegorz Schetyna, líder da Plataforma Cívica.

A Lewica, aliança de partidos social-democratas, que estava fora do Parlamento há quatro anos, é a terceira força mais votada e regressa com, prevê-se, 46 deputados.

A aliança composta por formações da direita populista (Kukiz'15 e o Partido Popular da Polónia), deverá eleger 29 deputados.

Já a coligação ultraconservadora e eurocética, Konfederacja deverá entrar, pela primeira vez, no Parlamento, com 12 assentos.

Os resultados definitivos serão conhecidos ainda esta semana. Nestas eleições houve uma taxa de participação acima dos 60 por cento, a maior desde a queda do Muro de Berlim, em 1989.

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