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Comunidade internacional celebra com prudência morte do líder do Daesh

Comunidade internacional celebra com prudência morte do líder do Daesh
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REUTERS/File Photo
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Foi alívio moderado que grande parte da comunidade internacional recebeu a notícia da morte de Abu Bakr al-Baghdadi. O líder do Daesh pode já não conseguir espalhar o terror, mas deixa um legado que continua a preocupar os líderes políticos.

De acordo com a informação revelada, Baghdadi detonou um colete suicida no momento em que as Operações Especiais dos Estados Unidos levavam a cabo um ataque de precisão perto da fronteira entre a Síria e a Turquia.

Os detalhes da operação não são conhecidos, mas Ancara garante que fez parte da intervenção.

"Vamos continuar a combater grupos terroristas como o YPG, o PKK, ou o Daesh. A Turquia cooperou com os Estados Unidos na neutralização do líder do Daesh", afirmou o ministro turco dos Negócios Estrangeiros, Mevlut Cavusoglu.

O autoproclamado Estado Islâmico reivindicou a autoria de vários atentados na Europa. O líder pode ter morrido, mas na Alemanha, o governo mantém-se alerta. "Pensamos nas pessoas na Europa e em todo o mundo que perderam a vida em ataques terroristas do Daesh. Pensamos nessas pessoas e em quem faz o luto por elas, nesta altura que surgem notícias da morte de al-Baghdadi, e em como ele já não pode ordenar esses crimes. Mas isso não significa que a luta contra o Daesh tenha terminado", disse o porta-voz de Angela Merkel, Steffen Seibert.

Também a Rússia, que na Síria combate ao lado do regime de Bashar al-Assad contra o Daesh, se congratulou com a morte de Baghdadi, assumindo que, a ser verdade, será um grande de contributo para a luta contra o terrorismo internacional.

O líder do Daesh tinha criado, em 2014, um califado entre o Iraque e a Síria. Uma região recuperada pelos Estados Unidos e aliados locais, no início deste ano.

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