EventsEventos
Loader

Find Us

FlipboardLinkedin
Apple storeGoogle Play store
PUBLICIDADE

Duque avança diálogo face aos protestos

Duque avança diálogo face aos protestos
Direitos de autor REUTERS/Luisa Gonzalez
Direitos de autor REUTERS/Luisa Gonzalez
De  Euronews
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Bogotá assistiu a três dias de manifestações contra o presidente, que acabou por adiantar o início das consultas com os "diferentes setores sociais" para tentar resolver a crise

PUBLICIDADE

Face aos protestos, o presidente colombiano decidiu iniciar já este domingo um processo de diálogo nacional para tentar ultrapassar a crise no país.

Por três dias consecutivos, apesar da posição dura do governo de Ivan Duque, que decretou um recolher obrigatório e mobilizou uma forte presença policial nas ruas de Bogotá, milhares de colombianos sairam à rua para contestar o chefe de Estado.

Este sábado, um manifestante ficou gravemente ferido depois de ser atingido na cabeça por uma granada de atordoamento.

Uma jovem acusa a polícia de "cercar e atacar [os manifestantes] com granadas de atordoamento e gás lacrimogéneo", apesar deles "porem as mãos no ar e lhes gritarem para pararem". E acrescenta que "não querem violência".

Ainda este sábado Duque afirmou que o governo e as forças de segurança "não vão parar de aplicar todas as medidas necessárias para garantir a ordem pública no país". Mas o presidente decidiu lançar já este domingo as consultas com os "diferentes setores sociais", que só deveriam arrancar na próxima semana.

Em apenas 15 meses no poder, Duque tornou-se extremamente impopular e é criticado pelas políticas económicas, sociais e securitárias.

A Organização de Estados Americanos recordou a necessidade de respeitar a liberdade de expressão e a contestação pacífica, ao mesmo tempo que condenou os atos de vandalismo que levaram à imposição do recolher obrigatório em Bogotá.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Forças de segurança francesas tentam retomar o controlo da principal autoestrada da Nova Caledónia

Novos protestos contra a guerra em Gaza na Universidade de Sorbonne em Paris

Protestos pró-Palestina na UCLA acabam em confrontos, 300 detenções em universidades de Nova Iorque