Macron quer NATO mais ativa contra o terrorismo

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Ao lado do secretário-geral da Organização, o Presidente francês sugeriu que a NATO se concentre em questões estratégicas, em particular na luta contra o terrorismo.

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Depois das observações controversas sobre a NATO, o Presidente francês, Emmanuel Macron, ao lado do secretário-geral da aliança militar, Jens Stoltenberg, assumiu o que tinha dito sobre o estado de "morte cerebral" da NATO e pediu à organização que se concentre em questões estratégicas, em particular na luta contra o terrorismo.

"Uma verdadeira aliança é sobre ações, decisões, não palavras. Portanto, espero que tenhamos uma verdadeira discussão entre aliados sobre o nosso compromisso concreto com a luta contra o terrorismo no Sahel e no Médio Oriente, onde a intervenção militar liderada pela Turquia há algumas semanas levantou questões que também devem ser encaradas frontalmente," afirmou o Presidente francês, Emmanuel Macron.

Macron considera que as duas últimas cimeiras da NATO, foram "dedicadas apenas a como reduzir o custo financeiro" e não foram "resolvidas" questões estratégicas sobre "paz na Europa, o relacionamento com a Rússia, o tema da Turquia" ou "quem é o inimigo?" da NATO.

Stoltenberg respondeu que, em tempos de incerteza, instituições multilaterais fortes, como a NATO, foram essenciais.

"A união europeia não pode defender a Europa, a unidade europeia não pode substituir a unidade transatlântica. Uma NATO forte e uma União Europeia forte são dois lados de uma mesma moeda, ambas são indispensáveis para a liberdade e prosperidade contínuas da Europa," declarou o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg.

Os dois homens afirmaram a vontade de "garantir o sucesso" da cimeira dos líderes dos 29 países membros da Aliança Atlântica, na terça e quarta-feira, em Londres.

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