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O impacto económico do coronavírus

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O impacto económico do coronavírus
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AP Photo/Ahn Young-joon/Arquivo
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Os efeitos da epidemia de coronavírus fazem-se sentir também ao nível da economia global, com impactos significativos para várias grandes multinacionais.

As companhias aéreas estão entre as mais afetadas. A China é o país com maior número de voos para o estrangeiro e o segundo maior mercado de aviação doméstica.

Seguindo os conselhos do governo britânico, a British Airways anunciou esta quarta-feira a suspensão dos voos de e para a China continental. A companhia britânica assegura, em tempo normal, voos quotidianos para Pequim e Xangai.

A francesa Air France suspendeu, para já, apenas as ligações a Wuhan, epicento do vírus.

Os efeitos são particularmente nefastos para as transportadoras aéreas asiáticas.

Rajiv Biswas, diretor-executivo IHS Markit: "Há uma grande onda de choque que se faz sentir em muitos países da Ásia, porque as suas indústrias turísticas estão bastante dependentes de turistas chineses. Países como a Tailândia, Singapura, Malásia e mesmo o Japão vão sentir um forte impacto nas próximas semanas."

A cadeia norte-americana de cafés Starbucks fechou temporariamente mais de 4000 estabelecimentos na China, justificando a decisão com a necessidade de proteger os seus empregados e colaborar nos esforços do governo chinês para conter o vírus.

Os empregados do Facebook foram aconselhados a evitar deslocações à China e o diretor-executivo da Apple, Tim Cook, afirmou que a companhia está a "acompanhar de perto" a epidemia, que já fez rever em baixa as previsões económicas da empresa para o próximo trimestre.

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