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Coronavírus: da recolha de amostra até ao diagnóstico

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Coronavírus: da recolha de amostra até ao diagnóstico
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O Instituto Pasteur Hellenic é um dos três laboratórios na Grécia onde são testadas amostras para o novo coronavírus.

Para aqui foram já enviadas 35 amostras, todas negativas, tal como em Portugal.

A amostra é retirada do trato respiratório superior ou inferior, ou seja, do nariz ou da garganta, e é examinada por testes moleculares num laboratório com elevados padrões de segurança biológica.

Em causa está a presença ou não de material genético do coronavirus. O objetivo? Ter as respostas no mesmo dia para isolar os pacientes se o vírus for detectado.

''Este vírus pertence a uma família de coronavírus. O material genético tem semelhanças com outros coronavírus desta família, pelo que estes testes precisam de excluir a nível genético a presença de outros coronavírus e confirmar a presença do novo", afirma Thanos Kossyvakis, biológo molecular nesta instituição.

Os exames realizados no Instituto Pasteur Hellenic são baseados nos testes recomendados pela Organização Mundial de Saúde. No entanto, na Europa, os laboratórios de identificação podem seguir protocolos diferentes, sem deixar de haver troca de informações.

Segundo alguns cientistas, um resultado negativo na deteção do novo coronavírus por via de uma amostra do trato respiratório superior não evita a infeção.

Quando existem suspeitas de doença grave, é recomendada a repetição de amostras do trato respiratório inferior.

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