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Ameaça do coronavírus entra em campo

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Ameaça do coronavírus entra em campo
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Apesar da vitória do Inter de Milão sobre os búlgaros do Ludogorets em duelo da segunda mão dos 16 avos-de-final da Liga Europa, antes do jogo os adeptos depararam-se com más notícias. O confronto, que decorreu no estádio San Siro, não teve público. Decorreu à porta fechada por causa da ameaça do novo coronavírus.

Mas os adeptos de futebol não foram os únicos excluídos. De acordo com as autoridades, permitir a entrada de 250 jornalistas no recinto é demasiado arriscado, principalmente se a prioridade é conter a propagação do vírus.

Por esse motivo, Andrea Ramazzotti não comentou, pela primeira vez, o jogo dentro do estádio.

"Quando se assiste a um jogo no interior do estádio captam-se todos os elementos ao redor do campo, porque se pode observar tudo. Quando se assiste na televisão, é preciso aceitar os limites do ecrã", disse, em entrevista à Euronews, Andrea Ramazzotti, jornalista do desportivo "Corriere dello Sport."

Ainda assim, Andrea acredita que o desporto não pode ser exceção: "Penso que quando se trata de questões de saúde pública, é certo que o desporto também pare."

À medida que os jogadores do Ludogorets chegaram a San Siro, ficou claro que estavam prestes a deparar-se com a situação de emergência. Não só estavam prontos para jogar à porta fechada como também usavam máscaras.

O cenário não foi o mesmo quando a equipa do Inter se aproximou do estádio. Entre as pessoas que vieram dar as boas-vindas estava um pequeno grupo de apoiantes.

Todos querem saber quanto tempo é que as medidas preventivas estarão em vigor. Para já, certo é que a proteção continua a ser a melhor tática ofensiva contra o surto de novo coronavírus.