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Petróleo cai mais de 30%, bolsas mundiais afundam

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Petróleo cai mais de 30%, bolsas mundiais afundam
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Era a tão temida reação em cadeia: da Europa à Ásia, os mercados financeiros registam autênticos sismos, depois de os preços do petróleo recuarem mais de 30% nas bolsas asiáticas. Trata-se de uma queda diária inédita desde a Guerra do Golfo, em 1991.

Em Londres, o índice FTSE 100 abriu a perder mais de 8%; o Dax, em Frankfurt, recuou perto de 7%; e o CAC 40, em Paris, desceu cerca de 6%.

Tudo isto depois do acentuado declive nos principais mercados financeiros asiáticos, com o índice Nikkei a registar quedas na ordem dos 6%, em Tóquio - o valor do iene subiu -, e o Hang Seng a recuar quase 4%, em Hong Kong. Já em Sydney o recuo ultrapassou os 7%.

Confirmaram-se, portanto, os receios trazidos pelo coronavírus e pelas pesadas restrições, que estão diminuir drasticamente o consumo da matéria-prima. Acresce o facto de não haver acordo entre a Opep e a Rússia para reduzir a produção de barris. A Arábia Saudita decidiu, por seu lado, baixar consideravelmente os preços.

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