COVID-19 já matou 20 mil pessoas

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De  Ricardo Figueira
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Um quarto da humanidade está confinado em casa, enquanto os médicos de todo o mundo tentam travar a progressão da epidemia.

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A Covid-19 já matou mais de vinte mil pessoas em todo o mundo e os números continuam a crescer, numa altura em que países dos cinco continentes tomam medidas para evitar a propagação e um quarto da população mundial está a viver sob uma qualquer forma de confinamento.

Nos países mais afetados - Itália e Espanha - os hospitais estão sobrecarregados. No Parlamento espanhol ouviram-se aplausos para o pessoal médico. O país ultrapassou a China em número de mortes, perdeu já 3647 pessoas para a epidemia. 

A situação é grave também nos lares de idosos: "Continuamos a pedir ajuda. Os profissionais que estão aqui - geriatras, técnicos, pessoal de limpeza - estão a dar tudo o que podem. Estamos a sofrer muito com esta situação e precisamos de ajuda", explica um funcionário de um lar espanhol.

Esperança em Itália

De Itália vem um pouco de esperança, mesmo se o balanço continua a ser pesado. Nas últimas 24 horas, morreram mais 683 pessoas. O total de mortes é de mais de 7500, mas o número de novos casos está a baixar. 

É preciso acabar com algumas ideias feitas, como diz Antonino Marchese, diretor do hospital COVID-3 de Roma: "A verdade é que o vírus atinge todas as idades. É muito agressivo e temos de ter cuidado. Atinge todos. É uma ilusão dizer que só os mais velhos ou as pessoas mais frágeis são afetadas.

França: Macron anuncia "Operação Resiliência"

Em França, o presidente Emmanuel Macron visitou o hospital de campanha instalado pelos militares em Mulhouse, na Alsácia, no leste do país, uma das regiões mais afetadas, com o objetivo de aliviar a carga dos hospitais. O presidente francês anunciou uma operação militar, com o nome "resiliência" para apoiar os esforços médicos, tanto na metrópole como nos territórios ultramarinos.

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