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Novo hospital de campanha em Londres

Novo hospital de campanha em Londres
Direitos de autor  MINISTRY OF DEFENCE
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De Patricia Tavares
Publicado a
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Reino Unido coloca em prática uma estratégia para lidar com a pandemia, mas exigem-se mais medidas para ajudar os profissionais de saúde. A reportagem de Angela Barnes, em Londres.

Trata-se do primeiro de três hospitais de campanha que vão entrar em funcionamento no Reino Unido. O "Excel Center" no leste de Londres, é um espaço normalmente utilizado para exposições - agora dá espaço ao hospital temporário de Nightingale.

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É composto, essencialmente, por médicos, enfermeiros e outros profissionais do serviço nacional de saúde de todo o Reino Unido. Voluntários e médicos militares também se juntam às operações.

Trata-se de uma operação logística extraordinária. Para começar, existem 500 camas numa unidade de cuidados intensivos, para atender pacientes com COVID-19. E existe a possibilidade de aumentar o número de camas para perto de 4000. Mas existe a preocupação constante que os profissionais de saúde - daqui e de todo o país - ainda não tenham o equipamento necessário para se protegerem.
Angela Barnes
Euronews

O governo britânico diz que há mais equipamento a caminho, incluindo 170 milhões de máscaras. Mas, apesar das garantias, reina a escassez que coloca vidas em risco.

Os ventiladores são outra questão, os fabricantes têm ajudado na produção. Mas surge a dúvida se existirá pessoal qualificado suficiente para os manusear no hospital de Nightingale.

Para equipar camas ventiladas, é preciso uma equipa altamente treinada: enfermeiros, médicos e anestesistas altamente treinados - e não sei de onde virão estas equipas altamente treinada. É ótimo que tenhamos voluntários que oferecem ajuda, mas em relação a todas as camas ventiladas tenho dificuldade em perceber como vamos lidar com isso.
CLAUDIA PAOLONI
Presidente HCSA - Sindicado dos Médicos

Londres está a braços com mais casos de coronavírus do que qualquer outra zona do país.

Pela capital, várias ruas estão praticamente vazias. A mensagem de ficar em casa foi acatada pela maior parte das pessoas, mas persiste uma dúvida: se será suficiente para impedir que o Serviço Nacional de Saúde do Reino fique sobrecarregado.

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