Covid-19: 12.000 mortos em França e 18.000 em Itália

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No Reino Unido, primeiro-ministro Boris Johnson saiu dos cuidados intensivos

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A França ultrapassou esta quinta-feira os 12.000 mortos em consequência do coronavírus mas, pela primeira vez desde o início da crise, o país registou uma ligeira descida no número de pacientes nos cuidados intensivos.

O presidente Emmanuel Macron deverá confirmar na próxima segunda-feira o prolongamento das medidas de confinamento, mas o jornal satírico Canard Enchainé já avançou, de fonte próxima da questão, que deverão durar até ao meio ou mesmo ao fim de maio.

O primeiro sinal de que a pandemia está a desacelerar está ligado ao respeito das medidas de confinamento e aos gestos barreira. Agradeço sinceramente [à população]. É importante manter a vigilância para proteger os próximos e a família. Confinar-se é lutar contra a propagação da doença.
Jérôme Salomon
diretor-geral da Saúde em França

A Itália, país mais afetado na Europa, registou nas últimas 24 horas mias 610 mortes, um novo aumento no número diário depois de dois dias com o nefasto balanço em queda, que dava alguma esperança às autoridades. O número de infeções diárias também registou um aumento considerável. Até ao momento, perto de 18.300 pessoas perderam a vida em território italiano.

No Reino Unido, onde o número de vítimas continua a aumentar, o primeiro-ministro Boris Johnson saiu esta quinta-feira dos cuidados intensivos, sendo transferido para uma ala normal do hospital onde se encontra e "onde continuará sob vigilância na fase inicial da recuperação" da Covid-19. Johnson já deverá participar na esperada decisão do governo para prolongar também as restrições de movimento no país, onde a epidemia já fez perto de 8000 vítimas mortais.

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