Minneapolis vai substituir modelo de polícia

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Contra a vontade do presidente da câmara de Minneapolis, o democrata Jacob Frey, os vereadores votaram em maioria para cortar o financiamento do atual modelo da estrutura policial e para erguer um outro, mais orientado para a prevenção da violência e reforçar o serviço à população.

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Em mais um dia de manifestações contra a brutalidade policial, racismo e a morte de George Floyd, em várias cidades dos Estados Unidos, como em Los Angeles, o conselho municipal de Minneapolis decidiu acabar com o atual departamento de polícia da cidade.

Contra a vontade do presidente da câmara, o democrata Jacob Frey, os vereadores votaram em maioria para cortar o financiamento do atual modelo da estrutura policial para erguer um outro, mais orientado para reforçar a prevenção da violência e o serviço à população.

Na cidade onde morreu Floyd, um memorial improvisado foi um dos locais escolhidos para uma vigília.

Em Washington, o senador republicano Mitt Romney publicou um "tweet" a ilustrar a sua participar num protesto contra a brutalidade policial sobre minorias. É um dos primeiros senadores mais conhecidos a juntar-se às manifestações.

Por outro lado, os democratas querem avançar com legislação que permita combater o alegado racismo sistémico nas polícias do país. Parece que os protestos nas ruas estão agora a chegar aos corredores da política.

Em Nova Iorque, a polícia retirou barreiras para que os manifestantes pudessem aproximar-se mais da Torre Trump no centro de Manhattan num domingo que também contou com milhares de pessoas em protesto, desta vez sem recolher obrigatório noturno.

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