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Como a pandemia afetou atletas de alta competição

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Fernando Pimenta
Fernando Pimenta   -   Direitos de autor  ESTELA SILVA/LUSA
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A indústria do desporto, avaliada a nível mundial em mais de 430 mil milhões de euros, foi profundamente afetada pela pandemia de coronavírus.

Na Europa, os efeitos foram particularmente sentidos pelos atletas italianos, como o jovem esquiador alpinista Davide Magnini:

"Apesar de viver numa pequena aldeia nas montanhas, as restrições foram muito duras, devido ao número elevado de contágios [em Itália]. Para um atleta como eu, habituado a treinar todos os dias ao ar livre, independentemente das condições [meteorológicas], foi muito duro."

Segundo a Federação da Indústria Europeia de Equipamento Desportivo, 45% das empresas do setor declararam quedas de 50% a 90% nos rendimentos, uma razão suficiente para preocupar atletas de desportos menos mediatizados, fortemente dependentes dos patrocínios.

A maioria dos contratos com patrocinadores e não só são feitos por objetivos. Não competimos, não há objetivos, não temos retorno... Ou seja, é complicadíssimo, claro que vamos ter um grande corte só logo desde aí.
Fernando Pimenta
canoísta olímpico
Houve um momento, quando vi que muitas empresas não seriam capazes de aguentar o golpe e seriam forçadas a cessar a atividade, em que pensei que poderia acontecer o mesmo com as marcas que me apoiavam.
Jeanne Collonge
triatleta

Mas, com os ventos do desconfinamento que sopram através da Europa, chegam boas notícias para estes atletas: uma sondagem da Associação Europeia de Patrocínio indica que 72% das marcas do setor pretendem honrar os compromissos, apesar da pandemia.

Uma reportagem a ver na íntegra em Unreported Europe, a partir das 19h50 (hora de Lisboa) na Euronews.