Médico espanhol torna-se figura de culto

Médico espanhol torna-se figura de culto
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De  Teresa Bizarro
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Fernando Simón é o diretor do Centro Coordenador de Emergências do Ministério espanhol da Saúde e tem sido o rosto da comunicação do executivo nesta pandemia. Uma personalidade que entrou já para a galeria de ícones pop

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Várias t-shits produzidas com a imagem de Fernando SimónEuronews
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Fernando Simón é a cara da luta contra a Covid-19 em Espanha. O diretor do Centro de Coordenação de Emergências do Ministério espanhol da Saúde tornou-se uma figura de culto nos últimos meses. De voz rouca, cabelo desalinhado e capaz de grande empatia, este médico epidemologista ilustra agora t-shirts, sacos ou autocolantes.

Simón diz-se "encantado" com o facto de haver quem use a imagem para fazer dinheiro, mas confessa que gostaria mais se "uma pequena percentagem dos lucros fosse entregue a organizações não governamentais".

Nas redes sociais, Fernando Simón entrou para a galeria dos memes. São populares as montagens com expressões que protagonizou. Por exemplo quando se engasgou com uma amêndoa em plena conferência de imprensa; Ou quando lhe perguntaram porque é que os números de infetados com Covid-19 estavam a baixar.

Não faltam medalhas profissionais a este médico de Saragoça. Fez carreira em África e liderou a crise do Ébola em 2014, mas foi o novo coronavírus que lhe trouxe as críticas mais pesadas. Nomeadamente por ter autorizado a manifestação do 8 de março, dia da mulher, quando a doença alastrava já a olhos vistos; ou quando ficou infetado e teve de passar a fazer as conferência de imprensa a partir de casa.

Fernando Simón está para os espanhóis, como Graça Freitas para os portugueses. Médicos que passaram a fazer parte do dia-a-dia dos cidadãos dos países onde coordenam os esforços contra o Covid-19. No caso português não há notícia de t-shits com o rosto da Diretora-geral de Saúde.

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