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Novo surto de coronavírus na China preocupa a OMS

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Novo surto de coronavírus na China preocupa a OMS
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China

No Hospital You An de Pequim, milhares de pessoas fazem fila para os testes de coronavírus.

A cidade assistiu a mais de 100 novos casos no novo surto, 36 dos quais ligados ao maior mercado grossista da cidade, o Xinfadi.

Os novos casos levaram Pequim a suspender o reinício previsto de algumas escolas primárias e a inverter o desanuviamento de algumas medidas de isolamento social. As autoridades médicas ainda não partilharam as sequências genéticas da estirpe do vírus, mas dizem que estão relacionadas com o que circula na Europa.

A propósito deste novo surto em Pequim, o líder da Organização Mundial de Saúde advertiu que os casos continuavam a aumentar - mesmo em países que tinham conseguido reprimir o vírus.

Diz Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial de Saúde: "Foram precisos mais de dois meses para que os primeiros 100.000 casos fossem comunicados. Nas últimas duas semanas, foram notificados mais de 100.000 novos casos quase todos os dias. Mesmo em países que demonstraram capacidade para suprimir a transmissão. Os países devem manter-se atentos à possibilidade de ressurgimento."

Foram precisos mais de dois meses para que os primeiros 100.000 casos fossem comunicados. Nas últimas duas semanas, foram notificados mais de 100.000 novos casos quase todos os dias.
Tedros Adhanom Ghebreyesus
Diretor-Geral da OMS

Reino Unido

Em Inglaterra, há longas filas de espera para lojas e atrações ao ar livre não essenciais que tinham estado fechadas durante quase três meses.

Os conhecidos grandes armazéns de Londres Selfridges reabriram as portas aos clientes. Foi a primeira vez na história, desde os bombardeamentos da segunda guerra mundial, que tiveram de fechar.

Locais de lazer como cinemas ou jardins zoológicos ao ar livre também reabriram. A máscara continua a ser obrigatória para quem usa os transportes públicos.