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Covid-19: Os números e as notícias de sexta-feira, 03 de julho

Testes à covid-19
Testes à covid-19   -   Direitos de autor  DENIS CHARLET/AFP or licensors
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A pandemia de covid-19 fez pelo menos 522.246 mortos em todo o mundo desde que a China notificou oficialmente o surto da doença em dezembro, de acordo com um relatório da AFP de fontes oficiais na sexta-feira às 19:00 GMT.

Mais de 10.922.300 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados em 196 países e territórios desde o início da epidemia, dos quais pelo menos 5.619.700 são agora considerados curados.

Acompanhe aqui as últimas notícias:

21h25 (CET) Portugal anuncia mais 11 mortos e 374 novos casos

Portugal declarou mais 11 mortos por covid-19 do que na quinta-feira e mais 374 casos, dos quais 300 na Região de Lisboa e Vale do Tejo, divulgou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o boletim epidemiológico diário da DGS, divulgado apenas ao final do dia e não ao início da tarde, como tem sido habitual, o número de mortos totaliza até agora 1.598, enquanto os casos de infeção confirmados desde o início da pandemia no país somam 43.156.

21h10 (CET) Angola soma 13 novas infeções e mais uma morte

Angola registou 13 novas infeções e um óbito por covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 328 casos positivos e 18 mortes, informou hoje o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda.

20h45 (CET) Equador supera os 60 mil contágios

O Equador atingiu esta sexta-feira as 60.657 infeções e 4.700 mortes oficiais por covid-19, às quais devem ser acrescentadas 3.179 mortes prováveis pela doença, de acordo com o relatório diário oficial divulgado pelas autoridades.

Estes números representam 1.171 novos casos e 61 mortes adicionais nas últimas 24 horas, segundo os dados fornecidos pelas autoridades equatorianas.

20h15 (CET) França confirma 18 óbitos nas últimas 24 horas

França registou 18 mortes pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, elevando o número de óbitos desde o início da pandemia para 29.893, disseram as autoridades francesas esta sexta-feira.

Desse total, registado desde 1 de Março, 19.396 mortes foram contadas em hospitais e o resto em centros geriátricos e lares de idosos; este último número será atualizado em 07 de Julho, mas nas últimas semanas mostrou uma tendência decrescente.

19h30 (CET) Chile supera Reino Unido e já é o sexto país com mais casos

O Chile ultrapassou o Reino Unido em infeções por covid-19 esta sexta-feira, acrescentando 3.548 novos casos nas últimas 24 horas e atingindo o total de 288.089 infectados.

Os dados hoje anunciados tornam o Chile no sexto país mais afetado pelo SARS-CoV-2 no mundo, atrás apenas de EUA, Brasil, Índia, Rússia e Peru.

Nas últimas 24 horas, foram registadas 131 novas mortes e o número total de mortes com teste PCR positivo atingiu 6.051, às quais se devem acrescentar cerca de 3.000 mortes "prováveis" e nenhum teste confirmado, pelo que o saldo total deve exceder as 9.000 mortes.

19h00 (CET) Moçambique regista 21 casos nas últimas 24 horas

Moçambique registou, nas últimas 24 horas, 21 casos positivos de covid-19, elevando o total acumulado de infeções registadas para 939, mantendo-se com seis óbitos, revelou o Ministério da Saúde em comunicado.

As novas infeções pelo vírus SARS-CoV-2 estão distribuídas pelas províncias de Maputo (02), Nampula (07), Manica (02), Sofala (02) e Maputo Cidade (08).

18h30 (CET) Itália notifica mais 15 mortes e 223 casos

Itália registou 15 óbitos e 223 casos relacionados com a covid-19 nas últimas 24 horas, revelou hoje a Proteção Civil italiana.

Com estes dados, Itália está a aproximar-se da barreira das 35 mil vítimas mortais, somando um total de 34.833 óbitos desde o início da pandemia, além do acumulado de 241.184 casos.

18h00 (CET) Reino Unido ultrapassa os 44 mil óbitos

O Reino Unido declarou mais 137 mortes de pessoas por covid-19 nas últimas 24 horas, mais do que na véspera, aumentando para 44.131 o total desde o início da pandemia, segundo o Ministério da Saúde britânico.

Foram ainda notificadas 544 novas infeções, pelo que o número de casos acumulados aumentou para 284.276.

17h10 (CET) Espanha confirma mais 174 casos

O Ministério da Saúde de Espanha relatou mais 174 casos de infeção pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, elevando o número de novos casos nos últimos sete dias para 2.028 e o número total de casos positivos para 250.545.

Paralelamente, as autoridades espanholas comunicaram a ocorrência de 21 novas mortes nos últimos 7 dias, para um total acumulado de 28.385 desde o início da pandemia.

16h40 (CET) Portugal fica de fora da lista do Reino Unido

Portugal foi hoje excluído dos “corredores de viagem internacionais” com destinos turísticos que o Reino Unido vai abrir para permitir aos britânicos passarem férias sem cumprir quarentena no regresso.

A lista, que contempla 59 países e territórios, inclui, por exemplo, Espanha, Alemanha, Grécia, Itália, Macau ou Jamaica.

16h20 (CET) Cabo Verde anuncia maior subida diária de casos (83)

As autoridades sanitárias de Cabo Verde anunciaram hoje mais 83 casos de covid-19, o maior número diário diagnosticado até agora, 63 dos quais na ilha de Santiago.

Com estes dados, o total nacional passa a ser agora de 1.384 infeções desde 19 de março, com 15 óbitos, sendo que 643 já foram dados como recuperados.

15h55 (CET) Guiné-Bissau regista mais um morto e eleva total para 25

O número de mortos por covid-19 na Guiné-Bissau subiu para 25, mais um nas últimas 24 horas, e há 111 novos casos, aumentando o total de infetados para 1.765, segundo o Centro de Operações de Emergência de Saúde (COES) do país.

15h25 (CET) Espanha avança com fundo de 10 mil milhões para empresas estratégicas

O Governo espanhol anunciou hoje a criação de um fundo de 10.000 milhões de euros para apoiar empresas estratégicas em dificuldades devido à crise causada pelo novo coronavírus, o que pode implicar a entrada do Estado no seu capital.

O executivo liderado por Pedro Sanchez anunciou também que vai desbloquear uma nova linha de empréstimos garantidos pelo Estado num total de 40.000 milhões de euros, destinados a apoiar os investimentos de empresas em áreas de sustentabilidade ambiental e digitalização.

14h50 (CET) Kim Jong-Un apelou à atenção das autoridades

Os media estatais norte-coreanos adiantaram hoje que o líder do país, Kim Jong-Un, instou os oficiais a manterem-se alerta contra o novo coronavírus, avisando que a complacência arriscava "uma crise inimaginável e irrecuperável".

Apesar disso, Kim reafirmou que a Coreia do Norte continua sem casos de covid-19, algo fortemente contestado por especialistas internacionais, face à proximidade com a China, onde o vírus SARS-CoV-2 foi detetado em dezembro.

14h20 (CET) Pandemia já superou os 521 mil mortos

A pandemia de covid-19 causou a morte a pelo menos 521.384 pessoas e infetou mais de 10,8 milhões em todo o mundo desde dezembro, segundo um balanço da agência AFP elaborado a partir de dados e fontes oficiais.

Por outro lado, pelo menos 5.585.100 casos foram considerados curados pelas autoridades de saúde.

14h00 (CET) Irão soma mais 154 óbitos e 2.566 novas infeções

O Ministério da Saúde do Irão anunciou hoje 154 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, além de 2.566 novos casos de contágio.

Face aos números divulgados esta sexta-feira pela porta-voz do ministério, Sima Sadat Lari, o país regista já um acumulado de 11.260 mortos e 235.429 infetados.

13h30 (CET) Alemanha ultrapassa as 9.000 mortes desde o início da pandemia

A Alemanha contabiliza mais de 9.000 óbitos por covid-19 desde o início da pandemia, de acordo com os números hoje anunciados pelo Instituto Robert Koch.

Segundo as autoridades alemãs, já se registou um total de 9.003 mortos e 195.674 casos, sendo que pelo menos 181 mil já foram declarados curados.

Outras notícias do dia:

  • A Comissão Europeia autorizou hoje a utilização do antiviral Remdesivir, que se torna assim o primeiro medicamento autorizado ao nível da União Europeia para tratamento da covid-19. A decisão surge num 'tempo recorde' de análise, na sequência do parecer positivo dado recentemente pela Agência Europeia do Medicamento.
  • Espanha anunciou hoje que não vai reabrir as fronteiras a viajantes provenientes da Argélia, de Marrocos e da China até que esses países permitam a entrada de espanhóis, no âmbito do levantamento de restrições impostas devido à crise da covid-19.
  • A Índia reportou hoje 379 mortos e mais de 20 mil infetados por covid-19 nas últimas 24 horas, um novo recorde de casos, segundo as autoridades.

Os 20.903 novos casos elevaram o total de contágios para 625.544, enquanto o número de óbitos é agora de 18.213.

  • As autoridades mexicanas registaram 679 mortos e 6.741 infetados com o novo coronavírus nas últimas 24 horas, elevando o total de óbitos para 29.189 e o de contágios para 238.511.

  • O Brasil, que é o segundo país com mais vítimas e infetados no mundo, terá pelo menos oito milhões de infetados pelo vírus SARS-CoV-2, quase seis vezes mais do que o número oficial, segundo um estudo encomendado pelo Ministério da Saúde, que examinou 89.397 brasileiros em 133 cidades.

A pandemia de SARS-CoV-2

O surto deste novo coronavírus, denominado SARS-CoV-2 e que provoca a doença Covid-19, terá surgido em dezembro num mercado de rua de Wuhan, embora alguns estudos admitam que o vírus já estivesse presente naquela cidade chinesa desde outubro.

O primeiro alerta endereçado à Organização Mundial de Saúde aconteceu a 31 de dezembro referindo o caso de uma pneumonia desconhecida. O primeiro registo na Europa surgiu a 24 de janeiro, em França, quatro dias depois dos Estados Unidos.

Médicos em França sugerem, entretanto, ter assistido o primeiro paciente no país com Covid-19 a 27 de dezembro depois de repetirem em abril as análises de exames a antigos pacientes com sintomas suspeitos da nova doença.

De acordo com os registos oficiais, a pandemia entrou em África, pelo Egito, a 15 de fevereiro, e dez dias depois chegou à América do Sul, pelo Brasil. A pandemia bloqueou a maior parte do mundo desde meados de março.

Dois meses depois, apesar da pandemia continuar em expansão, alguns países começam a afrouxar as medidas de contenção e a promover a retoma económica. As fronteiras abriram e as viagens de férias estão a levantar receios de uma nova vaga de contágios.