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Protestos continuam em Minsk

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Protestos continuam em Minsk
Direitos de autor  AP Photo/Dmitri Lovetsky
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Milhares de pessoas voltaram às ruas da capital da Bielorrússia e participaram nos protestos contra a suposta manipulação das eleições presidenciais. Os opositores do presidente denunciam ainda o aumento da repressão da polícia e falam de detenções arbitrárias, espancamentos e tortura sob custódia policial.

Os observadores dizem que que movimento contra Alexander Lukashenko está a perder força mas a principal adversária do presidente, forçada a fugir para a Lituânia, garante que a atual situação do país é insustentável

Svetlana Tikhanóvskaya diz que o país mudou e que a continuação do presidente e das autoridades é insustentável. Acredita que “o povo vai lutar até à vitória e até conseguir mudanças no país".

Forças Armadas em estado de alerta

Este sábado, Alexander Lukashenko disse existirem “manobras significativas das forças da NATO” na proximidade das fronteiras bielorrussas, na Polónia e na Lituânia. Nesse contexto, anunciou que as Forças Armadas do país estão em estado de alerta.

A Lituânia já rejeitou as declarações de Lukashenko. O ministro da Defesa garantiu que “não houve qualquer movimento não planeado de tropas dentro da Lituânia”. Raimundas Karoblis qualificou as declarações do presidente da Bielorrússia como “a continuação da narrativa sobre ameaças externas destinada a desviar a atenção dos protestos em massa no país”.