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Baku e Erevan trocam acusações sobre o conflito de Nagorno-Karabach

Ilham Aliyev e Nikol Pashinyan
Ilham Aliyev e Nikol Pashinyan Direitos de autor Presidential Press Service via AP, Pool and Alexei Druzhinin, Sputnik, Kremlin Pool Photo via AP, file
Direitos de autor Presidential Press Service via AP, Pool and Alexei Druzhinin, Sputnik, Kremlin Pool Photo via AP, file
De  Bruno Sousa
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Entrevistas exclusivas: Presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, queixa-se de ataques a civis; primeiro-ministro arménio, Nikol Pashinyan, fala em limpeza étnica

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Os apelos a um cessar-fogo têm sido sucessivamente ignorados e o conflito prossegue sem fim à vista no Nagorno-Karabakh. A União Europeia não escondeu a inquietação pelos relatos que têm surgido de ataques a civis e pela desinformação no terreno. Os principais atores do conflito deram a conhecer as suas posições esta quarta-feira em entrevista à euronews.

Para o Presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, "O cessar-fogo não pode ser atingido de forma unilateral. Tem de ser uma decisão bilateral e precisa de ser implementado no terreno. A Arménia atacou-nos a 27 de setembro, atacou as nossas posições militares, danificou as nossas infraestruturas e atacou civis. Até ao momento, já quase 30 civis perderam a vida na sequência de ataques arménios, com mísseis balísticos e bombas de fragmentação. Já fomos vítimas de vários ataques. Nos últimos três meses, o Azerbaijão foi atacado três vezes."

Azerbaijão e Arménia apontam o dedo mutuamente e se Baku se queixa de ataques a civis, Erevan não hesita em falar de limpeza étnica.

De acordo com o Primeiro-ministro, Nikol Pashinyan, "os meios de comunicação internacionais e a comunidade internacional têm informação suficiente para reconhecer que a Arménia não podia começar esta guerra pela simples razão que não temos nenhum objetivo militar no território. A nossa missão é política. O nosso único objetivo é proteger a população arménia de outro genocídio, é uma questão de autodefesa. A nossa posição sempre foi que a questão de Nagorno-Karabach não pode ser resolvida através da violência, mas a política do Azerbaijão passa por resolver o assunto de forma violenta."

As entrevistas do Presidente Azerbaijão, Ilham Aliyev, e do Primeiro-ministro arménio, Nikol Pashinyan, podem ser vistas na íntegra a partir desta quinta-feira, na euronews.

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