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Cena musical do Reino Unido em crise

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Cena musical do Reino Unido em crise
Direitos de autor  Victoria smith   -   The iconic Roundhouse in Camden
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O famosa cena musical ao vivo do Reino Unido está em crise. Artistas e salas de concerto enfrentam desafios sem precedentes.

Russell Watson é o artista clássico que mais vende no Reino Unido: “Reconheço e acho que todos reconhecem que são dias sombrios, mas tem de haver algum tipo de mecanismo de apoio ou algum tipo de diretiva do governo, para nos dar uma ideia de quando e como podemos voltar.”

A banda pop-punk "The Undertones" foi obrigada a cancelar os espetáculos. Antes da pandemia de COVID-19, o setor gerava números astronómicos. A indústria musical ficou confinada nesta nova realidade. Muitos músicos independentes perderam grande parte dos seus rendimentos e ficaram sem locais onde tocar. As salas de concerto fecharam portas em nome da segurança.

O icónica sala de concerto Roundhouse em Camden já recebeu toda a gente, desde os Rolling Stones, até Paul Weller e Amy Winehouse. A sala tem capacidade para 3 mil pessoas de pé - quase 2 mil sentadas. Mas, por enquanto, o local está fechado e a música silenciosa.
VICTORIA SMITH
EURONEWS

Em julho, o governo ofereceu um pacote de emergência de mais de 1,7 mil milhões de euros para apoiar a cultura do Reino Unido. Uma ajuda bem-vinda, mas insuficiente para dar resposta a todas as necessidades. Representantes da indústria dizem que vão ter de encontrar alternativas e deixam palavras de esperança para que, no final, a música possa vencer.