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Jean Castex visita o Centre Hospitalier Universitaire de Estrasburgo
Jean Castex visita o Centre Hospitalier Universitaire de Estrasburgo   -   Direitos de autor  Frederick Florin/Copyright 2020 The Associated Press. All rights reserved
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Terra queimada perto de Nagorno-Karabakh. Casas e bens em chamas para quando os Azeris regressarem, àquelas que foram as suas terras, encontrarem cinzas. Para os Arménios, que deixam para trás os seus haveres, é um momento doloroso. Muitos residentes receiam sofrer represálias se ficarem, depois da devolução do território até domingo.

"Não quero deixar este lugar. Não dormi a noite toda. Sentei-me lá dentro, caminhei lá fora", diz uma residente.

Outra mulher, afirma ter "chorado a noite toda, estou muito perturbada por ter sair. Não sei para onde vou ou como vai ficar a minha situação Somos um casal de idosos, não sei como vamos viver lá, sempre vivemos aqui".

Lágrimas por deixarem para trás uma vida, lágrimas por recordarem uma vida. Khatira nasceu na cidade de Susha quando pertencia ao Azerbaijão. Agora, na Holanda, chora ao ver pela primeira vez a casa onde viveu até aos 12 anos antes de ser invadida pelos arménios em 1992.

Em Nagorno Karabakh, as forças de manutenção paz russas chegaram à capital Stepanakert, chamada Khankendi pelos Azeris. Postos de controlo russo são agora comuns nas ruas.