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Historiador condenado por morte da amante

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Direitos de autor AP / Dmitri Lovetsky
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De  Ricardo Figueira
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Em novembro do ano passado, Oleg Sokolov foi retirado do rio Moika, em São Petersburgo, embriagado e com uma mochila que continha os braços da jovem Anastasia Yeshchenko, de 24 anos.

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O historiador Oleg Sokolov foi condenado a 15 anos de prisão por ter morto e desmembrado a amante.

O crime chocou a Rússia, não só pela violência do ato, como pelo facto de se tratar de alguém respeitado no meio académico, conhecido sobretudo pelos estudos sobre Napoleão e que chegou a ser condecorado com a Legião de Honra em França.

Em novembro do ano passado, Sokolov foi retirado do rio Moika, em São Petersburgo, embriagado e com uma mochila que continha os braços da jovem Anastasia Yeshchenko, de 24 anos. Nas alegações finais, Sokolov tinha dito que agiu de cabeça quente, depois de Yeshchenko ter insultado os filhos, mas a advogada da família da vítima acredita que o crime foi premeditado, já que Sokolov fez tudo para não ser apanhado.

O caso trouxe atenção à questão dos crimes contra mulheres e da violência doméstica que afeta, segundo os ativistas, cerca de 16 milhões e meio de mulheres todos os anos na Rússia.

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