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Papa encontra-se com Al-Sistani em Najaf

Papa Francisco com o Aiatola Ali Al-Sistani
Papa Francisco com o Aiatola Ali Al-Sistani Direitos de autor HO/Copyright 2021 The Associated Press. All rights reserved.
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De  Ricardo Figueira
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Neste segundo dia da visita papal ao Iraque, Francisco participou também numa cerimónia interconfessional.

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Foi à sombra do mítico Zigurate de Ur, um monumento com seis mil anos de história, naquele que se acredita ser o local de nascimento do profeta Abraão, que o Papa Francisco. Juntamente com vários outros líderes religiosos, mandou uma mensagem de paz e união entre as várias fés.

Neste segundo dia da primeira visita de um Papa ao Iraque, Francisco participou nesta cerimónia interconfessional.

"A paz não exige vencedores ou vencidos, mas sim irmãos e irmãs que, apesar das mágoas do passado, viajam do conflito para a unidade. Peçamos isto em oração por todo o Médio Oriente, especialmente pela Síria devastada pela guerra".

Disse: "Servimos Deus para escaparmos à escravidão do egoísmo, porque Deus incita-nos a amar. A verdadeira religiosidade significa adorar a Deus e amar o próximo".

A verdadeira religiosidade é servirmos a Deus e amarmos o próximo
Papa Francisco

Antes, aconteceu o encontro mais esperado desta viagem e um momento histórico nas relações entre o cristianismo e o Islão: O Papa Francisco esteve com o sheikh Ali Al-Sistani, figura cimeira do Islão xiita no país. Perto da entrada da casa do clérigo, em Najaf, foram largadas pombas para simbolizar a mensagem de paz que os dois homens quiseram transmitir.

Al-Sistani apelou à proteção dos cristãos do Iraque, uma comunidade que tem sido alvo de perseguições e cuja vida o Papa espera melhorar com esta visita.

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