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A terceira temporada de confinamentos na Europa

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A terceira temporada de confinamentos na Europa
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Casa assaltada, trancas na porta, pela terceira vez nalguns países europeus, que apertam de novo as restrições para combater o coronavírus. É o caso de França que confinou 16 departamentos, 21 milhões de cidadãos, embora de forma mais ligeira, em relação aos dois confinamentos anteriores. E vai ser por um mês.

As pessoas dão sinais de cansaço, como Jérôme, dono de uma loja. "Começa a ser difícil nos habituarmos. Queremos liberdade, queremos sair, estamos privados de isso tudo. Os pequenos prazeres da vida já não existem", diz.

Começa a ser difícil nos habituarmos. Queremos liberdade, queremos sair, estamos privados de tudo. Os pequenos prazeres da vida já não existem
Jérôme
Proprietário de loja

Catherine, advogada, afirma que "não se queixa porque trabalha e o meu marido também. "Temos uma casa, crianças e uma vida. Penso mais nos parisienses que estão fechados, os estudantes que estão sozinhos, por isso não nos queixamos", explica.

A Polónia entrou igualmente num confinamento parcial durante de três semanas. A recrudescência do vírus obrigou as autoridades a recuarem depois de terem aliviado a pressão em fevereiro, autorizando a abertura de hotéis, museus, cinemas, teatros e piscinas.

Wladyslaw, dono de um restaurante diz querer "ver quanto tempo estas restrições vão durar. Se for por um mês ou dois, deveremos ficar bem. Mas se for mais, não sei. É uma grande incógnita".

A Ucrânia reimpôs duras restrições na capital Kiev e planeia estender a outras cidades. Exemplo do que pode acontecer em breve noutros países europeus, como a Alemanha que também já equaciona a terceira temporada de restrições apertadas.