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Dia da Europa celebrado com reflexão em Estrasburgo

Conferência sobre Futuro da Europa
Conferência sobre Futuro da Europa Direitos de autor JEAN-FRANCOIS BADIAS/AFP or licensors
Direitos de autor JEAN-FRANCOIS BADIAS/AFP or licensors
De  Euronews
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Líderes políticos, representantes das instituições europeias e cidadãos reuniram-se, este domingo, em Estrasburgo, para participar na Conferência sobre o Futuro da Europa.

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Após dois dias no Porto, para a Cimeira Social, os líderes europeus voltaram a estar reunidos, este domingo, Dia da Europa, desta vez em Estrasburgo.

Foi na casa dos eurodeputados que teve lugar a Conferência sobre o Futuro da Europa, um encontro para refletir sobre o amanhã do projeto europeu, que contou com a participação das instituições europeias e cidadãos dos vários Estados-membros.

Considerado o pai da conferência, o presidente francês, Emmanuel Macron, aproveitou o discurso inaugural para reconhecer as lacunas expostas pela crise sanitária da covid-19.

"Temos também de encontrar novamente eficiência e ambição, de decidir mais rapidamente e sobretudo com mais força quando confrontados com crises e adversidades. Vejo com satisfação que os Estados Unidos da América se inspirem na Europa para se tornarem a sua sociedade mais solidária. Desejo ardentemente que nos inspiremos nos americanos para recuperarmos o gosto pelo futuro e pela rapidez", afirmou o chefe de Estado.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, disse estar "consciente de que há sempre ceticismo e cinismo onde quer que a Europa debata o seu futuro, ou lance um projeto desta natureza" e por isso ser preciso "garantir" que a conferência "não se trata de um exercício intelectual de política, ou de um compromisso político fechado". 

Von Der Leyen reiterou ainda o dever de honestidade "quanto a esta conferência não ser uma panaceia ou uma solução para todos os problemas" e a importância de "ouvir todas as vozes",

Já António Costa defendeu que a União Europeia deve "assumir a liderança nas grandes causas da humanidade no nosso século" e, "se quer ser um ator global, não pode confinar-se à sua dimensão continental". Nesse sentido, o primeiro-ministro português destacou o trabalho da presidência portuguesa da UE, que vai propor uma "agenda global para os oceanos 2050", de forma a tornar os oceanos numa prioridade europeia.

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