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Hungria rejeita voto a favor de um cessar-fogo imediato

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Hungria rejeita voto a favor de um cessar-fogo imediato
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Todos à exceção de um estado-membro da União Europeia votou a favor de um cessar-fogo imediato entre Israel e o Hamas após oito dias de violência intensa.

Chefes da diplomacia europeia reuniram de emergência por vídeoconferência para decidirem numa posição comum perante as hostilidades que já custaram a vida a pelo menos duas centenas de palestinianos, incluindo 61 crianças. Do lado isarelita há a lamentar uma dezena de mortos incluindo duas crianças.

O governo húngaro votou contra a declaração.

"Nós condenamos os ataques de róquetes do Hamas e outros grupos terroristas contra território israelita. Apoiamos o direito de Israel à defesa mas tambem consideramos que isto tem que ser feito de forma proporcional e respeitando a lei humanitária internacional", afirmou o Alto Representante da UE para Assuntos Externos, Josep Borrell.

Os eurodeputados debateram a violência no terreno. Alguns apelaram ao regresso imediato às conversações de paz.

"Diria a Israel de uma perspetiva humanitária para olhar para a atual situação e é por isso que é preciso um cessar-fogo e também devido à escalada corrente. Acho que chegou a altura de declarar um cessar-fogo. E todos as partes têm que se sentar à mesa para encontrarem uma solução pacífica. Porque o que se está a passar neste momento, o mundo está em choque", apelou a deputada irlandesa dos Verdes, Grave O'Sullivan.

Enquanto se multiplicam as hostilidades no terreno, pressões da UE e um apelo recente a um cessar-fogo pelo presidente norte-americano poderão contribuir para o pousar das armas nos próximos dias..