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França reabre esplanadas

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Proprietário de restaurante prepara reabertura de esplanadas em Bayonne, França.
Proprietário de restaurante prepara reabertura de esplanadas em Bayonne, França.   -   Direitos de autor  Bob Edme/Copyright 2021 The Associated Press. All rights reserved
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Nem o mau tempo previsto na maioria do território deverá impedir o sopro de liberdade em França esta quarta-feira, com a reabertura de esplanadas, cinemas, teatros e museus, depois de mais de seis meses fechados.

Apesar de limitados às mesas no exterior, com um máximo de seis pessoas por mesa e uma capacidade máxima reduzida para 50 por cento, os profissionais da restauração estão otimistas.

Alain Fontaine, presidente da Associação Master-Restaurateurs e dono do restaurante "Mesturet":"Sinto muita excitação, prazer e um enorme alívio... Nem imaginam em que estado estou há dois dias! Mesmo se sei que será difícil, porque a meteorologia não está do nosso lado e mesmo com a capacidade reduzida para metade, chegou o momento de reabrir!"

Bares, cafés e restaurantes, bem como o público em geral, vão poder também aproveitar uma parte do serão no exterior, com o recolher obrigatório atrasado das 19 para as 21 horas.

Reino Unido preocupado com variante indiana

O Reino Unido também beneficia do aliviar das restrições, mas em vários pontos de Inglaterra estão a ser conduzidos testes e vacinações maciças devido às preocupações com casos da variante indiana da Covid-19. Na Alemanha, residentes de dois blocos de prédios no oeste do país estão em quarentena, depois de ser detetada também aí a variante.

Romenos céticos em abandonar máscara

Na Roménia, as autoridades levantaram a obrigatoriedade do uso das máscaras no exterior, mas uma parte da população mostra-se ainda reticente.

"A pandemia não acabou, por isso continuo a usar máscara", afirmava um residente de Bucareste.

Outra dizia: "Mantenho a máscara, porque não podemos ter a certeza de que não apanhamos o vírus."

Vacinação pode atenuar sintomas do "Covid longo"

Boas notícias para os pacientes do chamado "Covid longo", que sofrem com efeitos da doença há vários meses: um estudo preliminar britânico revelou que as vacinas, em particular as com ARN Mensageiro (como a da Moderna ou da Pfizer), permitem atenuar os sintomas do vírus.