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EUA defendem solução de dois Estados para o Médio Oriente

Antony Blinken, em conferência de imprensa após um dia em Jerusalém e Ramallah
Antony Blinken, em conferência de imprensa após um dia em Jerusalém e Ramallah Direitos de autor Alex Brandon/Copyright 2021 The Associated Press. All rights reserved.
Direitos de autor Alex Brandon/Copyright 2021 The Associated Press. All rights reserved.
De  Euronews
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Na visita a Israel e à Cisjordânia, onde se encontrou com o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e o presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, prometeu milhões de dólares para ajudar os palestinianos.

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A solução de dois estados é a única forma de garantir um futuro próspero para israelitas e palestinianos, palavras do secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, depois de se reunir se em Jerusalém com o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu.

Washington quer aproveitar a trégua para erguer soluções para o problemas que impedem a coexistência pacifica.

"Os Estados Unidos vão trabalhar para reunir apoio internacional em torno desse esforço (cessar-fogo), fazendo ao mesmo tempo as nossas próprias contribuições significativas, incluindo algumas que anunciarei ainda hoje. Trabalharemos com os nossos parceiros, em estreita colaboração com todos, para assegurar que o Hamas não beneficie da ajuda à reconstrução".

Reiterámos também que, aconteça o que acontecer, Israel reservará sempre o direito de se defender contra um regime iraniano empenhado na nossa destruição, empenhado em obter as armas de destruição maciça para esse fim".

Antony Blinken também se deslocou a Ramallah na Cisjordânia para se encontrar com o presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas.

O diplomata deixou a ideia que os norte-americanos vão abrir um consulado para os palestinianos em Jerusalém e que a administração de Joe Biden vai pedir ao congresso 75 milhões de dólares para assistência económica e desenvolvimento palestiniano, deixando de fora o movimento islâmico Hamas.

Entretanto, Israel abriu o principal ponto de entrada de bens, fechado durante quase duas semanas, durante e depois dos 11 dias de violência que fizeram centenas de mortos e feridos.

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