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Impasse sobre Política Agrícola Comum da União Europeia

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De  Nara Madeira  com EBS, AFP
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Impasse sobre Política Agrícola Comum da União Europeia
Direitos de autor  Johanna Geron/AP

Após três dias de negociações, "uma série de questões cruciais continuam por resolver" e os eurodeputados e Estados-membros da União Europeia não conseguiram chegar a um acordo sobre a nova Política Agrícola Comum, que se pretende mais verde a partir de 2023.

Um anúncio feito pelo Conselho Europeu. As negociações foram adiadas até à próxima reunião de ministros da Agricultura da UE que decorre na próxima sexta-feira, a primeira de junho.

Foi já aprovada a reforma da Política Agrícola Comum, em outubro de 2020, com um orçamento de 387 mil milhões de euros para sete anos, incluindo 270 mil milhões de euros em ajudas diretas aos agricultores, é preciso que se chegue a um acordo com o Parlamento Europeu.

No portal na internet do Conselho Europeu é explicado que o "objectivo geral era chegar a um acordo sobre os três regulamentos que constituíam o pacote de reforma da PAC. A reunião realizou-se paralelamente às negociações interinstitucionais entre o Conselho e o Parlamento. Os principais pontos de discussão incluíram a condicionalidade social, a orientação dos pagamentos, e a arquitectura verde. Em última análise, embora tenham sido feitos progressos em várias áreas, algumas questões-chave permaneceram pendentes", lê-se no documento.

Uma das questão que estão em cima da mesa e sobre a qual há desacordo são os prémios concedidos aos agricultores que participam em programas ambientais considerados exigentes.

Os eurodeputados tinham pedido que esses prémios representassem, pelo menos, 30% dos pagamentos diretos aos agricultores, enquanto os Estados-Membros tinham proposto um limite de 20%.