EventsEventos
Loader

Find Us

FlipboardLinkedin
Apple storeGoogle Play store
PUBLICIDADE

Candidatos a chanceler trocam argumentos

Candidatos a chanceler trocam argumentos
Direitos de autor Kay Nietfeld/dpa (www.dpa.de). Alle Rechte vorbehalten
Direitos de autor Kay Nietfeld/dpa (www.dpa.de). Alle Rechte vorbehalten
De  Ricardo Figueira
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Os líderes do SPD, da CDU e dos Verdes debateram pela terceira vez com vista às eleições do próximo domingo.

PUBLICIDADE

Os impostos e os temas sociais foram o tema do terceiro e último debate entre os três principais candidatos a suceder a Angela Merkel como chanceler da Alemanha, nas eleições marcadas para este domingo que representam o fim de uma era que durou 16 anos.

O SPD, de centro-esquerda, é dado como favorito. O líder Olaf Scholz e o novo homem forte da CDU, de centro-direita, Armin Laschet, trocaram argumentos.

"Queremos aliviar as pessoas com muito baixos rendimentos. Por isso é justo dizer que quem ganhe, por exemplo, aquilo que eu ganho enquanto ministro federal, deveria pagar mais impostos", disse Scholz.

Quem ganhar aquilo que eu ganho como ministro deveria pagar mais impostos
Olaf Scholz
Líder do SPD

Armin Laschet, que sucedeu a Merkel no comando da CDU, rebate este argumento: "Pensa que subir os impostos vai trazer mais dinheiro, mas tivemos a experiência oposta antes da pandemia. Uma vez que a economia cresceu e havia muita gente empregada, o Estado acabou por coletar mais dinheiro, disse.

Uma vez que a economia cresceu e havia muita gente empregada, o Estado acabou por coletar mais dinheiro.
Armin Laschet
Líder da CDU

Annalena Baerbock, líder dos Verdes, que as sondagens colocam no terceiro lugar, pôs a tónica no combate à pobreza infantil e às alterações climáticas.

"Defendo uma verdadeira mudança, que não faça as coisas pela metade no que toca às alterações climáticas, uma política que ponha as crianças e as famílias no centro e uma política externa que seja guiada pelos direitos humanos, no coração da Europa", explicou.

Não se pode fazer as coisas pela metade no que toca às alterações climáticas
Annalena Baerbock
Líder dos Verdes

Tal como tem acontecido nas últimas eleições, a grande distribuição dos votos entre os vários partidos significa que a composição do próximo governo federal vai depender muito dos acordos pós-eleitorais que forem criados. Mais uma vez, o governo será, com quase toda a certeza, formado por uma coligação de dois ou mesmo três partidos.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

AfD rejeita acusações de propaganda pró-russa a troco de dinheiro

Robert Habeck, vice-chanceler da Alemanha: A Europa deve afirmar-se e ser capaz de defender-se

Chanceler alemão Olaf Scholz tornou-se um grande problema para a Ucrânia