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Barack e Michelle Obama ultrapassam problemas e lançam fundação

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De  Francisco Marques com AP
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O Governador do Illinois e a "mayor" de Chicago ladeiam o casal Obama no arranque das obras
O Governador do Illinois e a "mayor" de Chicago ladeiam o casal Obama no arranque das obras   -   Direitos de autor  AP Photo/Charles Rex Arbogast
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A Fundação Obama passou finalmente do papel para o terreno. Esta terça-feira, Barack e Michelle puderam finalmente meter mãos à obra, agarraram nas pás e deram o início oficial à construção do Centro Presidencial Obama, como foi batizada a instituição.

O projeto avaliado inicialmente em 500 milhões de dólares (€428 milhões), mas cujo orçamento previsto em documentos divulgados pelos promotores foi revisto para 380 milhões de dólares (€325 milhões), foi anunciado em 2015 pelo então ainda Presidente dos Estados Unidos.

Ao longo dos últimos seis anos, a fundação Obama foi alvo de diversas batalhas legais, gerou preocupações de gentrificação da zona onde foi projetada e foi motivo de uma revisão federal, o que foi adiando o arranque da obra.

A construção está agora em andamento, vai demorar cinco anos e ocupar uma área de 78 hectares incluída nos mais de 220 mil hectares do Parque Jackson, na zona sul de Chicago, onde o antigo presidente americano começou a carreira política.

"O Centro Presidencial Obama vai ser a primeira instituição mundial para desenvolver líderes civis em diversas áreas, disciplinas e, sim, também através do espectro político", prometeu Barack Obama, no discurso de circunstância, que marcou a inauguração oficial do início da obra no terreno.

Estima-se que o centro venha a gerar atividades económicas no valor de 3,1 mil milhões de dólares (€2,6 mil milhões), criar milhares de postos de trabalho e servir de catalisador para atrair investimento para a necessitada comunidade local, que ficou preocupada pelas diversas ameaças de despejo que a obra veio provocar na zona.

A inauguração foi transmitida pela Internet para evitar aglomerações de pessoas no local e Barack Obama optou por não responder a perguntas dos jornalistas presentes.