Em todo o mundo, existem cerca de 300 tipos de massas tradicionais. Os fabricantes testam novas matérias-primas alternativas para agradar gostos diferentes e evitar o aumento dos preços do trigo
Este ano, no Dia Mundial da Massa há razões para festejar. O consumo e a produção deste alimento, que é Património Imaterial da Humanidade desde 2010, tem vindo a aumentar.
Os motivos não são os melhores, mas a produção e o consumo atingiram recordes. Com o medo da pandemia, este alimento tornou-se presença assídua na lista de compras. É fácil de armazenar e de cozinhar, não é caro e o prazo de validade é grande.
Em Itália, são produzidas cerca de 4 milhões de toneladas de massa, com uma cadeia de abastecimento que inclui 120 empresas, mais de 10 mil empregados e quase 200 mil explorações agrícolas.
Ao longo do tempo, o número de tipos de massa tem aumentado exponencialmente e atinge neste momento cerca de 300. Às variedades tradicionais juntaram-se as que são feitas com farinhas integrais, sem glúten e leguminosas.Os fabricantes testam novas matérias-primas alternativas para agradar gostos diferentes e evitar o aumento dos preços do trigo.
Itália também continua a ser o país de maior consumo de massa, com uma quantidade de 23,5 quilos por pessoa. Segue-se a Tunísia, com 17 quilos, e a Venezuela com 15.