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As bibliotecas do deserto do Saara

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Mauritânia preserva centenas de manuscritos desde a Idade Média

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A vila de Chinguetti é um verdadeiro oásis no deserto do Saara, no noroeste da Mauritânia. Foi fundada no século XI, e tornou-se num centro de aprendizagem e num local onde eram vendidos manuscritos do mundo árabe. Alguns deles foram preservados ao longo do tempo e agora são uma atração para os turistas. Ameaçada pelo terrorismo e atingida pela pandemia, a Mauritânia conta com esta coleção única para voltar a receber visitantes.

Saif Ahmed Mamoud é o proprietário de uma das bibliotecas de família que ainda existem na vila. A coleção, que começou em 1699, tem hoje mais de 700 manuscritos sobre assuntos como religião, matemática, literatura e astronomia.

Saif conta que em 1995 houve esperança de que a vila pudesse acolher turistas. Mas o terrorismo travou os visitantes e o turismo parou por algum tempo. Com a covid-19 a situação voltou a piorar. “Mas este ano, há um pequeno regresso e as pessoas estão optimistas", diz Saif. 

Os cuidados com os manuscritos são passados de geração em geração e fazem parte da cultura e da tradição das famílias de Chinguetti.

A vila é Património Mundial da UNESCO, desde 1996.

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