Ucrânia denuncia ataques russos contra civis em Mariupol

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A número dois do Executivo ucraniano afirma que a recusa da Rússia em abrir corredores humanitários para a população civil de Mariupol é um crime de guerra

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A número dois do Executivo ucraniano anunciou que a Rússia poderá ser processada por crimes de guerra devido à recusa em abrir corredores humanitários para civis que se encontram bloqueados na cidade de Mariupol debaixo de fogo intenso.

Na segunda-feira, Iryna Vereshchuk, acusou as forças russas de atacarem colunas de civis que tentam abandonar a cidade.

O principal coordenador humanitário da ONU afirma que a prioridade é criar corredores de auxílio humanitário no leste da Ucrânia.

"A nossa prioridade neste momento, e temos planos para o fazer nos próximos dias, é fazer chegar auxílio humanitário a Donetsk e abastecer Luhansk e outras áreas a partir de lá. E não é só a ONU que tem lá pessoal, as ONGs também, a Cruz Vermelha e outras organizações, continuam a trabalhar. O Donbass é uma enorme preocupação humanitária", afirma Martin Griffiths, Subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários e Coordenador de Auxílio de Emergência.

Desde o início da invasão da Ucrânia que se registaram pelo menos 136 ataques contra instalações médicas de acordo com o Secretário-Geral da ONU, António Guterres.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, pelo menos 73 pessoas foram mortas em resultado destes ataques.

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