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Mais armas para a Ucrânia

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De  euronews
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Ataques russos intensificam-se no leste da Ucrânia
Ataques russos intensificam-se no leste da Ucrânia   -   Direitos de autor  Mauricio Campino/AP

França, Alemanha, Itália, Estados Unidos da América, Reino Unido, Canadá e Japão concordaram em enviar mais armamento e artilharia pesada para a Ucrânia, face à nova ofensiva militar das forças de Vladimir Putin no leste ucraniano.

Os aliados prometeram endurecer as sanções contra a Rússia, com o objetivo de isolar, ainda mais Moscovo.

O presidente norte-americano, Joe Biden, comprometeu-se a fornecer “aeronaves militares e peças de aeronaves adicionais para ajudar a Ucrânia a colocar mais aviões no ar”.

De acordo com o chanceler alemão, Olaf Scholz, os líderes do G7 concordaram que uma paz "imposta" por Vladimir Putin para acabar com a invasão da Ucrânia seria "inaceitável" e sublinhou que "a Rússia não pode vencer esta guerra".

“As nossas ações são guiadas por estes princípios: apoio máximo à Ucrânia, mas nenhum envolvimento da NATO na guerra”, avisou o chanceler germânico.

O presidente ucraniano continua a pedir mais armas aos aliados para combater o invasor russo. Volodymyr Zelenskyy afirmou, na sua última intervenção, que se a Ucrânia tivesse mais armas esta guerra já teria terminado.

"Se tivéssemos acesso a todas as armas de que precisamos, que nossos parceiros têm e que são comparáveis às armas usadas pela Federação Russa, já teríamos encerrado esta guerra. Teríamos restaurado a paz e libertado nosso território dos ocupantes, porque a superioridade dos militares ucranianos em tática e sabedoria é bastante óbvia", sublinhou.

De acordo com o Palácio do Eliseu, os aliados estão unidos "para apoiar a Ucrânia de todas as formas possíveis" e alertam que esta crise é um problema mundial e ameaça a paz e a segurança internacionais.