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Grécia e Bulgária reforçam cooperação energética

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De  Euronews
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Cooperação energética na Europa
Cooperação energética na Europa   -   Direitos de autor  Dimitris Papamitsos/ Dimitris Papamitsos - Official Photographer to the Greek Prime Minister/ All Rights Reserved_For EDITORIAL USE only. (dpapamit

Num momento crucial para a segurança energética da Europa, os primeiros-ministros da Grécia e da Bulgária assinaram o contrato para inaugurar a Unidade de Armazenamento e Regaseificação Flutuante de Alexandroupolis.

Na presença dos presidentes da Sérvia e do Conselho da União Europeia e do primeiro-ministro da Macedónia do Norte, Kyriakos Mitsotakis sublinhou a viabilidade dos investimentos energéticos que estão a acontecer na Grécia em alternativa aos gás natural russo.

Para o primeiro-ministro grego,"este programa de investimento mostra a absoluta prontidão do país para responder aos desafios do presente, assegurando novas vias de abastecimento que se sobrepõem a países terceiros, sem vontade de cooperar”. Mitsotakis sublinhou que “o gás natural é um combustível de transição, extremamente importante, para os próximos anos” lembrando que” a energia barata e limpa da natureza continua a ser o objetivo final".

A unidade flutuante de Alexandroupolis vai ser ligada ao Sistema de Gás Natural da Grécia através de um gasoduto de 28 km. O presidente do Conselho da União Europeia disse que este projeto vai contribuir para a soberania energética na região e em toda a Europa. Para Charles Michel “trata-se de um investimento geopolítico num momento geopolítico, que reflete aquilo que é preciso fazer, porque irá fornecer e abastecer a Grécia, a Bulgária, a Macedónia do Norte, a Sérvia e outros países da região”. O presidente do Conselho Europeu destaca a importância do complexo que “irá ajudar a libertar o Sudeste da Europa da instrumentalização do fornecimento de gás pela Rússia”.

A Unidade de Armazenamento e Regaseificação Flutuante de Alexandroupolis está a ser construída em Singapura e espera-se que chegue à Grécia no Outono de 2023. O projeto envolve um investimento de 410 milhões de euros. O dinheiro vem de fundos públicos, acionistas e da União Europeia.