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Os planos da Grécia para ajudar a Europa

Grécia aposta no setor energético
Grécia aposta no setor energético Direitos de autor Un operario trabaja en una torre de energía
Direitos de autor Un operario trabaja en una torre de energía
De  Symela Touchtidou
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Atenas quer estar na linha da frente do abastecimento energético

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O Egito está a tornar-se um fornecedor chave de energia para a União Europeia e, neste cenário, a Grécia passa para a linha da frente nos planos de abastecimento dos 27.

O Operador Grego de Transmissão de Energia prepara uma ligação subaquática para levar a energia dos campos solar e eólico do Egipto para a ilha de Creta. Ao mesmo tempo, está a ser construída uma segunda interligação com a Bulgária para ajudar os dois países a enfrentarem o Inverno.

Em declarações à Euronews, Manos Manousakis, o diretor executivo do Operador Grego de Transmissão de Energia, explicou que a rede elétrica da Grécia está interligada com todos os sistemas elétricos dos países vizinhos e da Itália. Neste momento, está a ser construída uma segunda interligação com a Bulgária, que vai duplicar a capacidade de transporte de energia entre os dois países, e desempenhar um papel importante num futuro próximo. O projeto será concluído no início de 2023.

A Grécia está na vanguarda do transporte de energia "verde" do Norte de África para a Europa. Espera-se que a interconexão com o Egipto funcione na próxima década. Manos Manousakis acredita que para se conseguir a transição "verde" na Europa,” é crucial utilizar o potencial solar e eólico que existe no Norte de África, uma vez que existe aí um excedente”.

A ligação Grécia-Chipre-Israel também está em curso e a construção vai começar ainda em 2022. "O fluxo de energia neste projeto será da Europa para Chipre e Médio Oriente, "mas existe também a possibilidade de transferir energia de Israel para a Europa, e está a ser considerada", revela Manousakis.

O Operador Grego de Transmissão de Energia considera que todos os projetos em curso são absolutamente necessários, tendo em conta a necessidade de alternativas ao fornecimento russo e a transição energética, e serão implementados.

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