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Prisão de Donetsk bombardeada

Volodymir Zelenskyy
Volodymir Zelenskyy Direitos de autor Oficina de Prensa de la Presidencia de Ucrania vía AP
Direitos de autor Oficina de Prensa de la Presidencia de Ucrania vía AP
De  Euronews
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Morreram dezenas de prisioneiros de guerra. Moscovo e Kiev trocam acusações sobre responsabilidade no ataque

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O exército russo acusou esta sexta-feira Kiev de organizar um ataque a uma prisão na região separatista de Donetsk. Segundo Moscovo, nesta prisão estavam soldados ucranianos, incluindo combatentes Azov, 40 prisioneiros foram mortos e mais 70 ficaram feridos. O porta-voz do ministério da Defesa russo disse que “um grande número de militares ucranianos baixou voluntariamente as armas por causa da atitude humana para com os prisioneiros de guerra do lado russo”. Para Igor Konashenkov, “esta provocação foi cometida para intimidar os militares ucranianos e impedir que fossem feitos prisioneiros”.

Na resposta, o exército ucraniano rejeitou qualquer responsabilidade no ataque, garantindo que "nunca conduziu" ataques contra infraestruturas civis ou prisioneiros de guerra.

Entretanto, o presidente ucraniano visitou um dos principais portos do mar Negro para acompanhar o reinício das exportações de cereais. Volodymir Zelenskyy garantiu que está tudo preparado para a saída dos navios que estão bloqueados desde o início da invasão da Rússia. “Todos estão felizes por poder trabalhar e ter um emprego, e porque o processo já começou”, sublinhou aos jornalistas.

Também nesta sexta-feira, em Mykolaiv, pelo menos cinco pessoas morreram num ataque russo que atingiu uma paragem de autocarro. A informação foi confirmada pelo governador desta cidade do sul da Ucrânia.

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