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Onze golfistas processam a PGA e acusam organização de prejudicar a sua carreira

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De  Bruno Sousa
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LIV Golf provoca profunda divisão na modalidade
LIV Golf provoca profunda divisão na modalidade   -   Direitos de autor  Seth Wenig/The Associated Press

Onze golfistas avançaram com um processo contra a PGA por violação das leis antimonopólio e consideram que a principal liga do golfe mundial está a prejudicar deliberadamente a sua carreira.

Os jogadores em questão, onde se incluem nomes como Phil Mickelson e Ian Poulter, encontram-se suspensos pela PGA devido à sua participação em torneios da LIV Golf, uma liga dissidente, patrocinada a peso de ouro pela Arábia Saudita.

A PGA não cede e sublinha que foram os jogadores a abandonar o circuito, pelo que aceitá-los agora iria comprometer a integridade da competição.

Contrariamente ao sucedido no futebol, onde a Superliga foi um projeto morto à nascença, no golfe a LIV Invitational veio provocar uma profunda divisão na modalidade.

A edição inaugural teve início em junho e Charl Schwartzel ficou para a história como o vencedor do primeiro torneio, realizado em Londres com um total de 25 milhões de dólares em prémios (4 milhões para o vencedor).

A título de comparação, o prestigiado British Open, um dos quatro "majors" do golfe, bateu o mês passado o seu recorde em prémios monetários, distribuindo 14,4 milhões de dólares (2,5 milhões para o vencedor, Cameron Smith).

O projeto foi suficientemente atraente para os 48 golfistas que se comprometeram com a LIV Golf, onde além de Mickelson e Poulter, se encontram outros nomes consagrados na modalidade como Dustin Johnson, Sergio Garcia, Bubba Watson, Martin Kaymer ou Henrik Stenson.

A primeira temporada consiste em oito torneiros (número que deverá aumentar para 14 em 2023) e termina a 30 de outubro nos Estados Unidos.