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Tiros de canhão e discursos emotivos, as homenagens britânicas a Isabel II

Rainha Isabel II homenageada com 96 tiros de canhão
Rainha Isabel II homenageada com 96 tiros de canhão Direitos de autor  Christophe EnaThe Associated Press
Direitos de autor Christophe EnaThe Associated Press
De Bruno Sousa
Publicado a Últimas notícias
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Liz Truss, Boris Johnson e Theresa May não pouparam nos elogios à falecida rainha

Noventa e seis tiros de canhão, um por cada ano que Isabel II esteve viva. O ritual de homenagem à falecida rainha repetiu-se em vários pontos do Reino Unido, da Torre de Londres ao Castelo de Edimburgo, passando por Cardiff ou Gibraltar.

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Na Câmara dos Comuns, o troar dos canhões deu lugar ao silêncio, com uma sentida homenagem por parte dos deputados.

Liz Truss, que ainda na terça-feira foi nomeada primeira-ministra pela falecida rainha, não poupou nos elogios.

Lamentou a perda de "uma das maiores líderes que o mundo já conheceu, o rochedo que serviu de fundação ao Reino Unido moderno". A nova chefe de governo lembrou as visitas à África do Sul e à República da Irlanda para realçar a sua capacidade para ultrapassar diferenças e disse que "o seu legado iria permanecer nas inúmeras pessoas que conheceu, na história global que testemunhou e nas vidas que tocou".

O sentimento de Liz Truss foi partilhado pelos seus antecessores em Downing Street. Para Boris Johnson, trata-se do "dia mais triste de sempre no país porque a rainha tinha um poder único de fazer toda a gente feliz e por isso era tão amada".

Theresa May também disse que era "um dia triste, mas igualmente um dia para a celebração de uma vida bem passada ao serviço dos outros".

No seu longo reinado, Isabel II conheceu 15 chefes de governo do Reino Unido.

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