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Alta tensão no último debate presidencial no Brasil

Cada um dos candidatos teve praticamente rédea livre para tentar cativar parte do eleitorado oposto
Cada um dos candidatos teve praticamente rédea livre para tentar cativar parte do eleitorado oposto Direitos de autor MAURO PIMENTEL/AFP
Direitos de autor MAURO PIMENTEL/AFP
De  Euronews
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No final, Bolsonaro admitiu à Globo aceitar o resultado seja qual for

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Não se esperava propriamente um debate calmo e moderado. E não desiludiu, o último encontro entre os dois rivais antes do desfecho das presidenciais brasileiras, este domingo.

Cada um dos candidatos teve praticamente rédea livre para tentar cativar parte do eleitorado oposto. Com acusações mútuas de corrupção, a prometida subida do salário mínimo foi arma de arremesso.

"Você se comporta como o pai dos pobres, mas em 2020 para atender os pobres que foram obrigados a ficar em casa, nós demos um auxílio emergencial de 600 reais. O que é que fica para os jovens no Brasil? Você disputando uma eleição, com percentagens, segundo as pesquisas fajutas, altas? Que o crime compensa?", perguntou Jair Bolsonaro.

E a diversidade de argumentos e insultos só aumentou ao longo dos 90 minutos de debate.

"A única coisa que você fez foi negar a vacina no tempo certo e permitir que mais de 300 mil pessoas morressem sem necessidade nesse país. E um dia você pagará por isso. Recolhemos milhares de armas e tocámos fogo na praça pública, porque no meu governo a gente vão distribuir livros", afirmou Lula da Silva.

No final do encontro, que foi organizado pela TV Globo, o atual presidente deu uma entrevista à estação, como relata o jornal de Folha de São Paulo. E há uma afirmação que está a dar muito que falar: Bolsonaro declarou que "quem tiver mais votos, leva", a vitória entenda-se, ou seja, abrindo aparentemente a porta à aceitação do resultado, seja ele qual for.

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