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Ambulâncias e hospitais sob enorme pressão na Síria

Operação de resgate de vítimas do terramoto que abalou partes da Turquia e Síria
Operação de resgate de vítimas do terramoto que abalou partes da Turquia e Síria Direitos de autor AFP
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Autoridades sírias não têm mãos a medir para lidar com o enorme afluxo de feridos em resultado do terramoto registado esta segunda-feira

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O hospital de Darkoush na região ocidental da Síria não tem mãos a medir.

Centenas de pessoas feridas no terramoto que abalou a região receberam aí os primeiros socorros.

Osama Abdelhamid chegou com a mulher e os filhos. Ele acredita que eles são os únicos sobreviventes do edifício em que habitavam.

"Graças a Deus chegámos a este lugar e recebemos os primeiros socorros. Foi esse o destino de Deus.
O edifício era um bloco de 4 andares. Ninguém sobreviveu dos três andares superiores; eu sou um sobrevivente, graças a Deus", afirmou Osama Abdelhamid, pai de família e sobrevivente do terramoto. 

O funcionários de saúde estão completamente sobrecarregados com a situação.

"Após o terramoto, começámos a receber muitos casos, centenas de baixas. Sabemos e temos informações de que centenas de pacientes ainda estão debaixo dos escombros. A situação é demasiado grave, precisamos de ajuda urgente", suplicou o cirurgião Dr. Majdi Ibrahim.

Ao contrário da Turquia, a Síria é um país em guerra. Há muitas áreas com infraestruturas danificadas devido a anos de luta.

Muitos edifícios sofreram danos estruturais pois foram construídos apressadamente para abrigar a população.

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