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Biden apresenta orçamento para conquistar classe média em 2024

Presidente Joe Biden apresenta orçamento para 2024, em Philadelphia, EUA
Presidente Joe Biden apresenta orçamento para 2024, em Philadelphia, EUA Direitos de autor SAUL LOEB/AFP
Direitos de autor SAUL LOEB/AFP
De  Euronews
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Presidente norte-americano quer taxar os multimilionários e promete manter o sistema de seguro de saúde Mediacare.

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Com as eleições presidenciais a aproximarem-se a passos largos, Joe Biden pisca o olho ao eleitorado com novas medias orçamentais dirigidas ao coração da classe média. O presidente norte-americano apresentou esta quinta-feira o orçamento para o próximo ano, acedendo finalmente a taxar os mais ricos, com um imposto mínimo de 25% sobre a riqueza dos multimilionários.

Numa inversão das políticas criadas pelo antigo presidente Donald Trump, Biden pretende ainda aumentar para 28% o imposto sobre as empresas.

As medidas, prevê o Democrata, irão contribuir para uma redução de 3 mil milhões de dólares do défice federal, ao longo da próxima década.

"O meu orçamento vai pedir que os ricos paguem a sua quota-parte para que os milhões de trabalhadores que ajudaram a construir essa riqueza possam reformar-se com o Medicare para o qual pagaram".

Ainda de acordo com o plano orçamental, os impostos sobre os cidadãos que ganham mais de 400 mil dólares por ano vão também aumentar para garantir que o Medicare - o sistema de seguro de saúde financiado pelo governo para pessoas com mais de 65 anos - permaneça solvente e viável pelo menos nas próximas duas décadas..

É esperado que a maioria das propostas nesta área seja, no entanto, rejeitada pelos Republicanos no Congresso, por considerarem que o país deve fazer face à dívida pública com cortes nos gastos e não através do aumento de impostos.  

Corrida contra a China no Indo-Pacífico

No campo da política internacional, o grande visado parece ser a China.

Num esforço para suplantar a influência de Pequim sobre nações insulares do Pacífico e mantê-las na órbita dos Estados Unidos, Washington está disposta a gastar mais de 7 mil milhões de dólares para financiar as Ilhas Marshall, Micronésia e Palau.

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