Contestação à nova idade da reforma em França sofre novo desaire

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De  Francisco Marques
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Conselho Constitucional rejeita segundo pedido para um Referendo de Iniciativa Conjunta. Mas ainda há uma esperança para os opositores da nova lei de Macron e Borne

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Segundo pedido para um referendo à idade da reforma em França, segunda rejeição. O Conselho Constitucional rejeitou esta quarta-feira um novo requerimento para a realização de uma consulta popular à lei promulgada pelo Presidente Emmanuel Macron a 15 de abril.

A proposta de Referendo de Iniciativa Conjunta (RIC) sobre a alteração dos 62 para os 64 anos da idade mínima da reforma tinha sido apresentada por 250 deputados e senadores, mas o regulador entendeu não cumprir os requisitos necessários e reprovou-a.

Foi a segunda vez que rejeitou um recurso de tipo RIC para que a lei voltasse a ser debatida.

Nas ruas, a revolta popular começou a 19 de janeiro e prossegue. As sondagens indicam que a maioria dos franceses está contra os 64 anos como idade mínima para poderem desfrutar da reforma.

Aos partidos da Esquerda, agora, resta a esperança de uma reviravolta a 8 de junho, quando será debatida na Assembleia Nacional uma proposta do grupo de deputados centristas conhecido como Liot, que procura também revogar esta nova lei da reforma que o Presidente Macron e o governo de Élisabeth Borne impuseram ao país através do artigo de exceção 49.3 e que dizem ser essencial para equilibrar as contas da Segurança Social em França.

Outras fontes • AFP

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